Várias interrupções nos cabos submarinos estão a perturbar a Internet e os serviços online e têm afectado milhões de pessoas em África nas últimas duas semanas. Esta perturbação poderá ter consequências de longo alcance não só para as operações comerciais e as comunicações pessoais, mas também para os setores da saúde e da educação.
As recentes interrupções foram causadas por cortes que afectaram os cabos submarinos perto de Abidjan, Costa do Marfim, nomeadamente o Sistema de Cabos da África Ocidental (WACS), os cabos da Costa de África para a Europa (ACE), MainOne e SAT3. Estes sistemas de cabos submarinos desempenham um papel fundamental na ligação de África à Internet global e, portanto, qualquer interrupção ou dano nos cabos pode levar a interrupções generalizadas.
Para mitigar o impacto de tais interrupções, alguns operadores de rede, como o Grupo Paratus, investiram em múltiplos cabos submarinos para garantir redundância e manter a estabilidade das suas redes. Por ter capacidade em sistemas de cabos alternativos – especificamente Equiano e South Atlantic Cable System (SACS) – a Paratus pode fornecer uma solução de capacidade resiliente aos seus clientes.
O diretor técnico do Grupo Paratus, Rolf Mendelsohn, afirma: “No mundo de hoje, a conectividade confiável à Internet não é mais um luxo, mas uma necessidade absoluta. Como operadora de rede responsável, investimos pesadamente na construção de uma infraestrutura robusta e resiliente, incluindo cabos submarinos redundantes sistemas. Graças à nossa abordagem proativa, nossos clientes permanecem conectados e enfrentam interrupções mínimas de serviço durante este período desafiador.”






















