O chefe da Associação dos Mineiros de Pequena Escala, Afonso Muagara, disse que a negligência está por trás dos incidentes mortais que acontecem aos mineiros artesanais porque os mineiros tendem a fechar os olhos aos repetidos avisos sobre os riscos da atividade na estação chuvosa.

Pelo menos cinco garimpeiros morreram e outros dois ficaram feridos no desmoronamento de segunda-feira de uma mina de ouro no distrito de Sussundenga, na província de Manica, centro de Moçambique.

O trágico incidente, cujas vítimas se presume serem todos cidadãos moçambicanos, ocorreu na comunidade Munhinga, na aldeia de Bandiri, uma região com grande número de garimpeiros artesanais explorando recursos minerais, especialmente ouro.

“Amos que sejam todos os moçambicanos. Desceram para a mina com o molhado que causa das chuvas recentes que caíram o que aconteceu. Triste é estritamente proibido porque moronar a momento. morte de nossos colegas”, disse Muagara.

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Ele repete seus apelos aos mineiros para que se abstenham de descer às minas de ouro durante a estação chuvosa para evitar mais mortes. Os corpos mais das vítimas já foram recuperados e levados para a unidade de próxima.

Silva Manuel, Diretor Provincial dos Recursos Minerais e Energia, afirmou que o governo alertou os mineiros para o risco de entrar na mina, sobretudo durante as chuvas.

“Dissemos pararem pararem as atividades naquela mina, pois os solos ficarão úmidos e soltos após a chuva O perigo era iminente.

Os recursos de Sussundenga, Manica e Macossa são dotados de minerais, frequentemente exploradores informalmente por moçambicanos e por distritos estrangeiros, apesar da existência, em algumas partes da província, associações mineiras licenciadas.

Em 2020, por exemplo, sete mineiros de várias nacionalidades morreram no distrito de Manica após o recolher de uma mina de ouro. As vítimas a sete metros de profundidade dentro da mina.

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